T-DM1 NA TERAPIA DA NEOPLASIA DE MAMA HER2+

Anna Esther de Souza Costa, LUIZA SATIE CARDOSO ITANO, MARINA CONTIERO INAY, REGINA MARTHA DOS SANTOS RODRIGUES, RUTE PAULINO PEREIRA, CLEIDE BARBIERI DE SOUZA

Resumo


Em 2014, a neoplasia de mama foi o segundo tipo de neoplasia mais frequente no mundo, e o principal entre as mulheres, com taxa de 39% de mortalidade segundo dados do INCA – Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva. Para tanto, cada vez mais se procura diagnosticar e tratar o mais cedo possível. Entretanto, quando se faz necessário, o tratamento de neoplasias é muito invasivo, não agindo apenas sobre as células neoplásicas, mas também sobre as células saudáveis. Este processo gera diversos efeitos colaterais, como queda de cabelo, mucosite, anemia, baixa imunidade, vômitos, hemorragias, mal estar, entre outros. Um dos métodos de tratamento convencional muito comum neste ca4so é a quimioterapia, que pode ser aplicada de diversas formas, porém, todas debilitam o paciente.

                   Das neoplasias de mama, dentre os diversos tipos, neste trabalho abordaremos o tipo HER2 positivo, um tipo grave e metastático, no qual, geralmente, os pacientes encontram-se imunossuprimidos e por isso não podem mais utilizar da quimioterapia. HER2 é a abreviatura de Human Epidermal growth factor Receptor – type 2 (receptor tipo 2 do fator de crescimento epidérmico humano), um proto-oncogene que em condições homeostáticas expressa a proteína de mesmo nome, que tem um papel regulador no crescimento e desenvolvimento de uma vasta categoria de células epiteliais. No entanto, um erro aleatório neste gene pode levar ao desenvolvimento neoplásico.

                   A droga T-DM1 tem como objetivo diminuir o desenvolvimento da neoplasia sem apresentar os mesmos efeitos colaterais da quimioterapia.

 

Palavras-chave: HER2 - positivo, T-DM1, Neoplasia de mama, Trastuzumabe Entansina


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